A Saucerful of Secrets (1968)

A coisa ficou mais cósmica do que no primeiro álbum. Me incomodou um pouco a quantidade de faixas, poderia viajar por mais tempo (espero não arrepender disso à seguir —’). Reencontrei a ficção científica. Os arranjos são muito cuidadosos, meus ouvidos se acostumaram ao sotaque britânico. (8

Let There Be More Light

Completamente viciado no riff introdutório. Dá uma vontade de ativar o “repeat” e sair caminhando. “As Lucy in the sky”, um dos pontos altos desse disco. Dá até pra ouvir o Mulder dizendo “the truth is out there”. XD

Remember a Day

Pra mim é uma música sobre ter esperanças e sonhos, a introdução é extremamente onírica. O primeiro “blow away” no final é apaixonante, além de ser um das minhas expressões favoritas da língua inglesa. Em tempo: “Queen you shall be it if you wish, look for your king”, me levou pra Chico e Nara em João e Maria (também sobre sonhos, ao menos)Minha predileta.

Set the Controls for the Heart of the Sun

Sem dúvida uma base para o heavy metal, belíssimos timbales do Nick Mason e o arranjo com o órgão. Uma das canções mais bonitas que eles já fizeram até aqui, “Over the mountain watching the watcher”…
Uatu, The Watcher 

Corporal Clegg

Chatinha, não consigo gostar dessa faixa. O arranjo com os apitos é exótico e só.

A Saucerful of Secrets

Minha eterna trilha sonora para Carrie, A Estranha. A nave que partiu em Interstellar Overdrive se perdeu no espaço e terminou num grande cemitério.

See Saw

A melhor surpresa, uma balada azul e belíssima. Flores de plástico serão sempre penosas, tão determinadas a ser outra coisa. :/

Jugband Blues

Apitos de novo. Mais discretos, hum. “And i love the queen”, entendo onde querem chegar. o mar não é verde, ele é azul! (Mesmo nos meus sonhos).

The Piper of the Gates of Dawn

Bom, não sei se esse disco é um bom disco pra começar a ouvir Pink Floyd. Como eu conheci a banda pelo meu pai, assistindo aos dvds como o Pulse e o The Wall, pra mim (que nunca tinha prestado atenção nesse disco em especial) não foi grande coisa. Tomara que não tenha sido traumático pra ti, Heitor. 

Astronomy Domine

Eu poderia ouvir essa música muitas vezes seguidas sem notar que é a mesma música (isso realmente aconteceu). 

Não sei se ela me convence como primeira música do primeiro álbum de uma banda, mas eu gosto dela. 

Lucifer Sam
Uma das minhas preferidas. Essa música tem um climinha de batman. “That cat’s something I can’t explain!” Me dá vontade de ter um gato e chamá-lo de Lucifer Sam. Só não sei se isso ia ser bem aceito.

Matilda Mother
Eu adoro o ritmo. Eu demorei a me acostumar com essa, mas depois que prestei atenção, fiquei apaixonada. Pensei “como eu não tinha notado essa música antes? Ela pode muito bem ser uma das minhas preferidas”.
“why do you have to leave me there hanging in my infant air, waiting?”

Flaming
Definitivamente minha preferida. Eu adoro tudo nessa, a letra, o ritmo. Eu ouvi tanto que talvez até tenha enjoado um pouco… Cantei tanto que fiquei com um sotaquezinho idiota britânico. “You can’t see me but I can you”.

Pow R. Toc H.
Não gosto. Não me convence. Acho chata desde o começo… Depois fica mais agradavelzinha, mas… não.

Take Up Thy Stethoscope and Walk
Dessa eu gosto. Acho o ritmo engraçado, e apesar de não ser uma das preferidas, eu aceito, hehe.

Interstellar Overdrive
“A música gigante do álbum”. Eu gosto dela, da mudança que ela sofre algumas vezes, por ser muito grande. As vezes ela parece ser só “um ruido” e fica meio irritante, mas mesmo assim não chega a ser uma Pow R. Toc H.

The Gnome
Essa música é muito bonitinha! A letra dela é engraçada e é uma que não vira “um ruido” em nenhum momento. Dá pra viajar na musiquinha.

Chapter 24
Essa me ajudou a estudar uma tarde, por ser paradinha e ter esse negocio meio escocês no meio (meu jeito de descrever é tão preciso). Mas me cansou depois de um tempo, pelo menos motivo.

Scarecrow
Bonitinha, apenas.

Bike
Essa é minha segunda preferida! Quando eu ainda achava que as quatro últimas musicas eram apenas drogas, essa foi a primeira que me chamou a atenção.

The Piper at the Gates of Dawn (1967)

Esse disco é um pouco do que esperava do Pink Floyd, mas sem dúvida não é metade do que essa banda pode ser (espero). Foi uma boa companhia durante a semana, descobri que dá pra ver o por-do-sol lá do escritório e não teria sido tão bom sem eles. (8
Acho que tem mais coisa boa do que ruim aqui. Vou sobreviver, Princesa.

Astronomy Domine

Christopher Walken

Lucifer Sam

Uma bruxa com um bichano chamado Lucifer. Aposto que ele tem heterocromia. A música é noturna e o refrão é a luz do dia.

Matilda Mother

Minha mãe não me contava histórias antes de dormir. :/

Flaming

A maneira como Barret e Waters pronunciam as palavras, com ajuda do sotaque, vai me acompanhar por longos dias…

Pow R. Toc H.

Pra mim a mais experimental acabou sendo a mais enfadonha.

Take Up the Stethoscope And Walk

A segunda parte (pós-solo) é um das coisas mais legais que já ouvi em tempo. O riff de baixo é memorável. (8

Interstellar Overdrive

Terceira ou quarta vez que ouvi, tava caminhando perto de casa e tinha uma obra no asfalto. Os sons pareciam fazer parte da música.

The Gnome

A história de Grimble Crumble, o que tem de mais idiota nesse álbum. Belos teclados do Wright.

Chapter 24

Filosofando sobre as repetições: início e fim dum dia. Se a rotina fosse sempre assim, sapatos sociais serão feitos de camurça vermelha.

The Scarecrow

Era uma vez um espantalho. Odeio. O violoncelo é legal, vai.

Bike

You’re the kind of girl that fits in with my world.I’ll give you anything, ev’rything if you want things. Isso está eternizado na minha mente… Obrigado, Barret (eu acho).